A ganância e a falta de escrúpulos na Prefeitura de Ananindeua atingiram o patamar mais imoral da gestão pública.

Documentos do Portal da Transparência, dados do Tribunal de Contas dos Municípios (TCMPA) e uma denúncia formalizada junto ao Ministério Público do Pará (MPPA) escancaram que o ex-prefeito Daniel Santos roubou até da comida dos alunos da rede municipal, superfaturando a merenda escolar e pagando até o dobro do preço de mercado em carnes.
O assalto aos cofres públicos envolve contratos milionários que chegam à marca absurda de R$32,4 milhões, desviando verbas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Em vez de colocar comida de verdade no prato dos estudantes, a gestão de Daniel Santos inflou intencionalmente os preços de itens essenciais para arrancar dinheiro público da merenda e encher os próprios bolsos.
PREÇOS CRIMINOSOS E ROUBO NO PRATO DO ALUNO:
O esquema funcionava com valores escandalosos, cobrando preços muito superiores aos do varejo de luxo e ignorando que compras em grande escala deveriam ser mais baratas. A gestão de Daniel pagava valores absurdos por carnes enquanto fingia fazer cotações normais.
As pesquisas de preço no Pregão Eletrônico SRP 9/2025.007 foram abertamente “turbinadas” e adulteradas pela própria prefeitura para elevar artificialmente a média dos contratos, criando uma máquina de faturamento criminoso em cima da fome dos estudantes.
O FUNDO DO POÇO DA CORRUPÇÃO:
Diante dessa atrocidade com o dinheiro público, o advogado Giusepp Mendes acionou o MPPA exigindo punição exemplar e imediata para o ex-prefeito, denunciando o golpe aplicado na licitação e o rombo provocado na cidade.
Tirar o pão da boca de uma criança para alimentar esquemas de corrupção é o fundo do poço da moralidade. Enquanto os alunos de Ananindeua enfrentavam a escassez nas escolas, a gestão Daniel Santos enriquecia à custa do superfaturamento de comida. Daniel Santos provou do que é capaz ao roubar a merenda escolar: quem tem a coragem de meter a mão no prato de crianças não tem humanidade e muito menos qualquer condição de governar o Pará.




