Genebra, 27 de outubro de 2026 — A Organização Mundial da Saúde apresentou, em 21 de outubro, indicadores prioritários para acompanhar os efeitos do calor extremo sobre gestantes, recém-nascidos e crianças. A iniciativa reúne também a Organização Meteorológica Mundial, o Unicef e o Fundo de População das Nações Unidas.
O que deve ser acompanhado
A orientação inclui registros de prematuridade, mortes fetais, baixo peso ao nascer, hipertensão na gestação e procura por serviços de saúde durante períodos muito quentes. A frequência escolar também pode ajudar a identificar impactos sobre a infância.
Como os dados podem ajudar
A proposta é combinar informações rotineiras dos serviços com dados de exposição ao calor, como a temperatura do ar. Isso permite investigar alterações incomuns e orientar medidas de proteção.
Segundo a OMS, os indicadores podem apoiar alertas às famílias, planejamento da capacidade das unidades e identificação de comunidades mais expostas. A organização recomenda planos locais de enfrentamento ao calor, com sistemas de aviso antecipado e atenção aos grupos vulneráveis.
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